quinta-feira, 26 de julho de 2007

Ausente, mas por um motivo nobre...

Prometi que voltaria a escrever com mais assiduidade, e o farei. Mas este final de semana vou voltar ao meu Recife. De lá sigo até Garanhuns, para o Festival de Inverno. Estarei ausente até segunda-feira, volto com muitas novidades e histórias pra contar...
Até mais...
Ah, a foto é de um dos locais de que mais gosto no Recife. A Rua da Aurora...

Nelly Furtado -Try

Sei que tenho postado muitos vídeos aqui recentemente, uma maneira de manter o blog atualizado.
Vou tentar postar mais textos, mostrar mais meus pensamentos.
Mas pra voltar à ativa, deixo vocês com o clipe da semana.
Conheci recentemente Nelly Furtado. Gostei muito das letras e da batida das músicas.
Vou pesquisar mais sobre ela e depois deixou um texto aqui.
Try é uma das músicas que mais gostei dela. Espero que gostem também...

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Tô voltando

ESTIVE AUSENTE DO BLOG ESSES DIAS.
DEIXEI PASSAR MUITA COISA IMPORTANTE QUE ACONTECEU. MAS É ASSIM, SEM INSPIRAÇÃO OU ESTÍMULO NÃO ADIANTA FORÇAR A BARRA.
VOLTO AOS POUCOS, MAS VOLTO...

sábado, 14 de julho de 2007

PAN RIO 2007 Adriana Calcanhoto

A abertura do Pan 2007 foi emocionante. Este trecho foi um dos que mais gostei.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Carro de Pobre - Sai de Baixo

Quem nunca viu ou andou num carro assim?

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Cafe Tacuba - Avientame

O clipe de hoje é de um grupo colombiano chamado Café Tacuba. A música Avientame é da trilha sonora do filme Amores Perros.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Te lo Agradezco, Pero no

Volto a publicar um vídeo de música em espanhol, uma das minhas paixões.
O clipe de hoje é de um dueto de Alejandro Sanz e Shakira.
Como sempre faço, procurei postar uma música que não fosse tão conhecida.
Vejam o clipe...

domingo, 1 de julho de 2007

Que bom você chegou...

Manhã de primeiro de julho de 2006. Há exatamente um ano eu estava me preparando pra uma viagem que mudaria minha vida. À tarde eu voaria para Salvador. Não seria uma viagem de turismo, como milhares de pessoas fazem a cada ano. Viria para morar.

A data não havia sido escolhida à toa. No mesmo dia o Brasil enfrentaria a França pelas quartas-de-final da Copa do Mundo. Sempre quis estar no Pelourinho em um jogo da seleção brasileira.

Claro, eu tinha sido estimulado pela transmissão da Globo e pelos gritos de Galvão Bueno que sempre queria mostrar como estava o pelô depois da vitória do Brasil.

A selação brasileira acabou sendo derrotada pela França por um a zero . Fim de Copa para nós brasileiros. Mas o fim, muitas vezes, pode significar o começo. Foi assim comigo. Alfa e ômega se uniram pra saudar minha chegada a essa terra de simbolismos.

Simbolismos históricos também. A minha chegada foi exatamente um dia antes da data em que os baianos comemoram a Independência da Bahia. Uma festa cívica que lembra a força guerreira desse povo que venho aprendendo a admirar neste tempo que estou aqui.

Foi amor à primeira vista. Ao contrário de Caetano Veloso que ao desembarcar em São Paulo não viu o seu rosto na cor acinzentada da capital paulista, eu me vi na luz do sol que fazia questão de brilhar com mais intensidade para realçar a beleza de Salvador. Ao chegar, percebi logo que a capital baiana era uma terra para ser admirada em todos os sentidos. Uma cidade sensorial.

Uma cidade em que visão, audição, tato, olfato e paladar se unem para tornar a vida mais feliz: E como o baiano faz questão de ser feliz. Depois de um ano eu ainda não consegui descobrir o segredo dessa simbiose: Salvador é uma cidade mais feliz por causa de seus moradores ou os moradores são mais felizes porque moram aqui? O fato é que o apelido da capital de um lugar chamado de estado da alegria não poderia ser outro senão felicidade.

No período em que estou aqui eu sorri e chorei, gostei e desgostei, quis e não quis, fui e não fui. Como em qualquer outro lugar em que eu vivesse, mas o que vai ficar como marca deste primeiro ano de soteropolitanidade é a minha transformação em baiano.

Hoje sou mais tranqüilo, tolerante. Se um problema não tem solução, eu relaxo, porque não tem solução, se ele tem solução eu relaxo porque tem solução. Mas aprendi também que tranqüilidade e tolerancia não são sinônimos de indolência, como erradamente tanta gente costuma pensar. De perto vi a garra e a força desse povo que transformou Salvador na terceira maior capital brasileira.

Fiquei mais sincrético também. Esta terra me fez devoto do Senhor do Bonfim, até fui batizado com água de cheiro, mas também me fez oferecer flores a Iemanjá. Foi aqui que aprendi a amar o carnaval tanto quanto o São João. E é aqui onde o verão é mais do que uma estação do ano, é uma instituição.

Por tudo isso, eu posso dizer que já sou um baiano. Mas sou baiano principalmente porque o meu coração pulsa no ritmo cadenciado dessa cidade. E quero, neste novo ano, poder curtir mais ainda minha baianidade nagô.

Como por encanto aconteceu...

Primeiro de julho é uma data marcante na minha vida: o dia da minha chegada a Salvador.
Foi amor à primeira vista. Impossível não se apaixonar por esta terra linda. E a música do clipe, de que eu já gostava, ganhou novo significado quando eu encarei Salvador frente a frente e vi o meu rosto...