
Na próxima quarta-feira Boca Juniors e Grêmio jogam a primeira partida da final da Copa Libertadores da América. O torneio continental que reúne os times que tiveram melhor desempenho no ano anterior nos campeonatos nacionais da América do Sul e do México.
O campeão disputará o mundial interclubes no final do ano, no outro lado do mundo, no Japão. A prevalecer a lógica, deverá enfrentar o Milan, campeão europeu de clubes.
Nacionalismo à parte, sou Boca desde criancinha. Motivos não me faltam, desde o simples prazer de torcer contra o Grêmio até o fato do Boca ser o time que mais canecos ganhou na competição.
Houve uma época em que acreditava que, na falta do São Paulo, o Grêmio era a equipe que melhor representava o Brasil na Libertadores.
Mas isto foi antes da Batalha dos Aflitos.
O Grêmio me escolheu como adversário desde então e aumentou minha raiva ao eliminar o São Paulo este ano.
Sou um dos poucos brasileiros que admiram o povo argentino. O futebol e a raça dos platenses são um dos principais alvos dessa minha admiração.
Portanto, não venham me falar em Brasil contra Argentina. Em raça gremista. Prefico a raça prateada. Em campo é Boca contra Grêmio.
Um comentário:
Estava disposta a deixar quieto, mas depois deste seu post não pude me calar. Só queria relembrar a vitória do GALO MAIS LINDO DO MUNDO contra o São Paulinho, dentro do Morumbi. Ai ai..saudações atleticanas meu caro Benja!!!
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