
O resultado das urnas mostra que houve um grande vencedor nas eleições parlamentares da França: Nicolas Sarkozy. O presidente eleito em maio viu o seu partido conquistar 313 das 557 cadeiras do parlamento. Uma vitória pessoal dele que após a campanha presidencial empenhou-se em pedir votos para os deputados do partido.
A conquista lhe garante maioria para fazer as reformas que prometeu na campanha. Em um país marcadamente de esquerda, a vitória completa do União por um Movimento Popular (UMP), partido do presidente, mostra que a França guinou para direita.
As promessas de Sarkozy aproximam a França de mudanças empreendidas em outros países europeu como Alemanha, Espanha, Portugal e até Grécia. A diminuição dos gastos do Estado e uma aplicação mais consciente do dinheiro público são os pilares dessa política. É certo que o presidente, mesmo com a ampla maioria, vai enfrentar dificuldades caseiras, principalmente em um país onde o estado sempre foi centralizador e gastador.
O mundo, principalmente os partidos de direita, olha para França com esperança e ansiedade. Esperança que um bom governo de Sarkozy possa fazer com que as políticas de direita ganhem espaço em outros países da Europa e fora dela e ansioso para que isso aconteça rápido. Quase vinte anos depois da queda do socialismo, as políticas de mercado não conseguiram resolver ainda todos os problemas antigos e os que surgiram depois.
Caberá a Sarkozy, como coube antes a José Maria Aznar, da Espanha, mostrar ao mundo que uma política de direita com distribuição de renda, sem assistencialismo e sem endividamento do Estado é possível.
A conquista lhe garante maioria para fazer as reformas que prometeu na campanha. Em um país marcadamente de esquerda, a vitória completa do União por um Movimento Popular (UMP), partido do presidente, mostra que a França guinou para direita.
As promessas de Sarkozy aproximam a França de mudanças empreendidas em outros países europeu como Alemanha, Espanha, Portugal e até Grécia. A diminuição dos gastos do Estado e uma aplicação mais consciente do dinheiro público são os pilares dessa política. É certo que o presidente, mesmo com a ampla maioria, vai enfrentar dificuldades caseiras, principalmente em um país onde o estado sempre foi centralizador e gastador.
O mundo, principalmente os partidos de direita, olha para França com esperança e ansiedade. Esperança que um bom governo de Sarkozy possa fazer com que as políticas de direita ganhem espaço em outros países da Europa e fora dela e ansioso para que isso aconteça rápido. Quase vinte anos depois da queda do socialismo, as políticas de mercado não conseguiram resolver ainda todos os problemas antigos e os que surgiram depois.
Caberá a Sarkozy, como coube antes a José Maria Aznar, da Espanha, mostrar ao mundo que uma política de direita com distribuição de renda, sem assistencialismo e sem endividamento do Estado é possível.
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