
O coração do Brail volta a acelerar:
Um dos meus programas favoritos do final de semana é tomar o café-da-manhã numa padaria perto de minha casa na manhã de domingo.
Hoje não foi diferente, apesar da chuva que ameaçava cair em Salvador e do friozinho que fazia.
Tive a sorte de chegar à padaria poucos antes da largada do Grande Prêmio de Mônaco. Foi curioso ver que aos poucos as pessoas que chegavam ao local ou as que iam passando e ouviam o som dos motores automaticamente paravam para olhar a TV e iam logo perguntando: é Massa que está na frente?
Não, não era. Ainda era o aquecimento. E logo começou uma conversa que mais parecia papo sobre futebol em um botequim. De repente é como se todos os brasileiros passassem a enteder de automobilismo, de circuitos, de pilotos.
A defesa de Massa era unânime. Todos elogiando o piloto e dizendo que o terceiro lugar na largada era importante. Como num passe de mágica todos entendiam que o circuito de Mônaco não é propício a ultrapassagens e favorecia a McLaren.
Mas havia quem acreditasse na vitória do piloto brasileiro. Seja por uma batida entre Alonso e Lewis Hamilton ou por alguma estratégia da Ferrari. Chegaram a dizer que Schumacher havia ido ao circuito "dar uma mãozinha" ao amigo brasileiro.
Na volta pra casa, vim correndo porque queria ver o resto da corrida (sim, eu faço parte do grupo que acredita sempre na vitória de Massa) e foi curioso ver, ou ouvir, que muitas televisões estavam ligadas na corrida. Algo que me fez lembrar da minha adolescência quando parávamos e nos reuniamos para ver Ayrton Senna correr.
Tenho certeza que a cena se repetiu em todos os cantos do Brasil. Nas cidades grandes, na médias, nas pequenas, nos sítios e fazendas. Por isso o título do post. Por ter nos devolvido o gosto pelo automobilismo e por nos fazer acreditar que podemos voltar a ser campeões Felipe Massa é o cara...
Ele chegou em terceiro, fez o que lhe cabia fazer. Abriu dez pontos de vantagens sobre o companheiro de equipe e se recuperou de um início de tempora dificil (ver post seguinte). Está a cinco pontos dos líderes e agora tem pela frente dois circuitos que são favoráveis a Ferrari, no Canadá e em Indianápolis. Vamos torcer...
Um dos meus programas favoritos do final de semana é tomar o café-da-manhã numa padaria perto de minha casa na manhã de domingo.
Hoje não foi diferente, apesar da chuva que ameaçava cair em Salvador e do friozinho que fazia.
Tive a sorte de chegar à padaria poucos antes da largada do Grande Prêmio de Mônaco. Foi curioso ver que aos poucos as pessoas que chegavam ao local ou as que iam passando e ouviam o som dos motores automaticamente paravam para olhar a TV e iam logo perguntando: é Massa que está na frente?
Não, não era. Ainda era o aquecimento. E logo começou uma conversa que mais parecia papo sobre futebol em um botequim. De repente é como se todos os brasileiros passassem a enteder de automobilismo, de circuitos, de pilotos.
A defesa de Massa era unânime. Todos elogiando o piloto e dizendo que o terceiro lugar na largada era importante. Como num passe de mágica todos entendiam que o circuito de Mônaco não é propício a ultrapassagens e favorecia a McLaren.
Mas havia quem acreditasse na vitória do piloto brasileiro. Seja por uma batida entre Alonso e Lewis Hamilton ou por alguma estratégia da Ferrari. Chegaram a dizer que Schumacher havia ido ao circuito "dar uma mãozinha" ao amigo brasileiro.
Na volta pra casa, vim correndo porque queria ver o resto da corrida (sim, eu faço parte do grupo que acredita sempre na vitória de Massa) e foi curioso ver, ou ouvir, que muitas televisões estavam ligadas na corrida. Algo que me fez lembrar da minha adolescência quando parávamos e nos reuniamos para ver Ayrton Senna correr.
Tenho certeza que a cena se repetiu em todos os cantos do Brasil. Nas cidades grandes, na médias, nas pequenas, nos sítios e fazendas. Por isso o título do post. Por ter nos devolvido o gosto pelo automobilismo e por nos fazer acreditar que podemos voltar a ser campeões Felipe Massa é o cara...
Ele chegou em terceiro, fez o que lhe cabia fazer. Abriu dez pontos de vantagens sobre o companheiro de equipe e se recuperou de um início de tempora dificil (ver post seguinte). Está a cinco pontos dos líderes e agora tem pela frente dois circuitos que são favoráveis a Ferrari, no Canadá e em Indianápolis. Vamos torcer...
Um comentário:
Nossa Benja! Impossível não se arrepiar com este texto! Concordo plenamente com você. Eu, que nunca fui muito ligada à F1, agora tenho prestado mais atenção só por causa de Massa. Assim como você, "os novos tempos" da F1 para o Brasil me fazem lembrar do grande Ayrton Senna! Adorei os textos! Bjos
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