Hoje é um dia importante pra todo sertanejo: Dia Nacional do Forró.
A data foi escolhida por ser o aniversário do maior icone da cultura nordestina, Luiz Gonzaga.
O clipe é de um dos seguidores do rei Lua. Santanna, o cantador.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Meu Cenário - Santanna
Pressão....

Fim da CPMF põe pressão sobre finanças brasileiras, diz 'FT'
Vitória contra a chantagem...

Estamos indo de volta pra casa...
domingo, 9 de setembro de 2007
Procura-se futebol arte

sábado, 8 de setembro de 2007
Eu falo é Cearês...

What the hell is that? =Diabéisso?
Hurry up! Avia, homi!
Take it easy! = Se avexe não!
Don't be stupid! = Deixe de ser jumento!
Let's go, fellows! = Rumbora, negada!
No thanks! = Carece não!
Very far away! = Lá na casaducarai!
Very good! = Danado de bom!
This way... = Pêralí...
More or less... = Marromeno...
Straight ahead... = No rumo da venta... = No rumo da renta...
Get out of the way! = Ó umêi! = Sai do mêi! = Arreda, negrada
That's cool! = É pai d'égua
I give up! = Eu peço penico!
Wait for me! = Perainda!
Hey, mister! = Psiu! Ei, seu Zé!
Son of a bitch! = Fíi duma égua!
Come to me, baby! = Ande, Tonha!
Where are you going? = Onturrai?
Where are you comming from? = Donturreim?
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Exposição Mestre Nosa
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Visões de Juazeiro
English made in Ceará
domingo, 2 de setembro de 2007
Conexão Salvador - Juazeiro do Norte (Ce)
Faz tanto tempo que eu não me lembro de quando tive um mês inteiro de férias. Desde o segundo semestre da faculdade eu comecei a ter atividades profissionais. Primeiro como bolsita de pesquisa científica e depois como estagiário.Conciliar as férias da faculdade com algum tempo de folga nesses trabalhos sempre foi mais exceção do que regra. Com as greves, ficou praticamente impossível ter um mês inteiro para não fazer nada, pelo menos nada estressante.
Depois de formado vieram as prestações de serviço e somente há quase dois anos é que fui contratado pela primeira vez, pela TV Grande Rio, de Petrolina. Passei menos de um ano antes de me mudar pra Salvador e por isso não tive férias.
Logo quando cheguei a TV Bahia sofri um acidente e tive que ficar um mês de molho, mas isso não conta como férias, portanto, depois de todas essas explicações só me resta dizer: ESTOU TENDO AS PRIMEIRAS FÉRIAS PROFISSIONAIS DA MINHA VIDA.
Decidi fugir um pouco de terras baianas e voltar à minha cidade natal, para rever amigos e familiares.
Tinha duas opções, pagar quinhentos reais numa passagem de avião ou enfrentar quinze horas de viagem nessas estradas por módicos noventa e um reais. Não preciso nem dizer qual foi a minha escolha né?
E na última sexta-feira, dia 31 de agosto, eu me aventurei em enfrentar a odisséia de volta pra casa. Saí de Salvador as sete e meia (o horário de saída estava marcada para sete e meia, mas para quem se acostumou a enfrentar horas de atrasos em aeroportos isso foi um átimo de tempo).
Quando sentei na cadeira eu percebi que aquela seria uma longa viagem. Não apenas pela distância, mas, principalmente, pela falta de conforto (ou seria total ausência dele??). O fato é que tentei seguir o conselho da nossa ministra...
Felizmente o ônibus vinha vazio e pude me apoderar da cadeira ao meu lado, já que não havia sido vendida. Normalmente não tenho problemas pra dormir em ônibus, mas neste o desconforto era tanto que se dormi cinco horas foi muito. Ainda bem que inventaram mp3, mp4...
Ah, o ônibus tinha ar-condicionado. Eu já tinha separado uma camisa e um casaco, além de um lençol, mas o que faltava de conforto sobrava na baixa temperatura do equipamento. Tentamos, eu e os outros passageiros, a convencer o motorista a aumentar a temperatura. Segundo ele, a empresa já programava o ar-condicionado em uma temperatura determinada e ele não poderia mexer ou desligar. Desconfio que ele não soubesse mexer.
Então só nos sobrou mas uma vez, relaxar e gozar...
O ônibus até que não parou muito e depois de pouco mais das quinze horas prometidas eu cheguei à terrinha. Para mim, o melhor da viagem é sempre chegar, mas dessa vez teve um gostinho diferente.
O ônibus entrou no Ceará pela Chapada do Araripe (foto), um oásis verde no meio do árido sertão. Adoro quando isso acontece.
Você vai vendo toda aquela vegetação seca e de repente começa a surgir o verde, as plantas com folhas, alguns lagos e açudes. O entusiamos e a vontade de chegar logo crescem junto com a vegetação.
Enfim cheguei ao primeiro destino. O resto do dia foi pra matar o cansaço e a saudade da família. Aqui em Juazeiro está começando a romeirada de setembro (explico melhor em outro post). Gente de todo o Nordeste visita a cidade. É um período de intençã manifestação popular. Nos próximos dias eu conto pra vocês um pouco do que acontece por aqui e postarei algumas fotos.
Mudanças
Não, não estou deixando a capital baiana em busca de novas terras. Se você resistiu à falta de atualização do blog e vinha acessando-o nos últimos dias deve ter percebido que fiz algumas mudanças.Um novo modelo, novas cores, novos elementos e em breve fotos...
Dessa vez vou ver se crio vergonha na cara e passo a atualizá-lo com mais frequência. Não sei se isso é uma promessa ou uma ameaça.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
QUISERA SER
E ver o mundo com alma de criança
Jogar a partida da vida com a irresponsabilidade de um artilheiro
Encarar o jogo com a seriedade de um técnico
Quisera ser um brincante
Misturar palavras em combinações perfeitas
Exprimir liberdades poéticas
Espalhar o sentimento do mundo
Quisera enamorar-me das letras
Seduzi-las com um olhar
Fazê-las corresponder aos meus encantos
E, por capricho, presentear-me com a poesia da vida
Quisera ser um Wagner
Contrastar o nome alemão com minha alma latina
Fernandopessoar a minha vida
Futebolizar os meus instantes
Não quisera ser amigo,
Isto sei que sou
Meio sem jeito, ensaio uma poesia
Para o amigo que das letras é doutor
Desejo parabéns
Pedindo liberdade pra relembrar
Que pela lei da natureza
domingo, 12 de agosto de 2007
Somos do tamanho dos nossos heróis
Era o meu primeiro dia no colégio. O Ginásio Batista do Cariri era uma das melhores escolas de Juazeiro do Norte e eu um promissor infante de apenas oito anos vindo de uma escola pública, que à época ainda guardava um resquício de qualidade. Fui alfabetizado em casa, por minha irmã. Quando fui para escola regular pulei toda a alfabetização e entrei direto na primeira série.
Meu pai, percebendo que eu tinha jeito pro estudo, resolveu me colocar no colégio que era referência de qualidade pra minha família. Não me forçou a nada. Mas me estimulou a aceitar o desafio de estudar numa escola mais exigente, com mais disciplinas e maior rigor. Pequenas atitudes que formam traços de nossa personalidade pro resto da vida.
E lá estava eu num mundo totalmente diferente de onde tinha vivido até então. Apesar da pouca idade, milhares de dúvidas passavam por minha cabeça: E se eu não conseguisse ser o bom aluno que sempre fui? E se eu não gostasse dos amigos? E se eu não fizesse amigos?
Mas naquele momento eu olhei pra cima (saudades da época em que eu precisava olhar pra cima pra ver melhor o meu velho) e percebi que ele não precisa falar nada. Bastava estar ao meu lado. E ele estava, como sempre esteve, está e estará.
Ali eu percebi que não existia eu e meu pai. Unidos pela força de um pequeno gesto, formávamos um único Benjamim. Foi quando eu me agigantei, fiquei do tamanho do meu herói, fiquei do tamanho do meu PAI.
Nos momentos difíceis da vida eu ainda sinto a mão dele procurando a minha, sinto aquela força que foi se perdendo à medida que os passos foram ficando mais lentos, mas que nem por isso deixou de ser confortante. E mais do que isto, ainda escuto aquela frase que ele me disse há quase vinte anos quando me deixou na porta onde se abriu o mundo pra mim: não se preocupe, venho lhe pegar depois da aula. E voltou, ele sempre volta...
A VOLTA DO BOÊMIO
Umas das lembranças da minha infância que guardo viva na memória é das noites em que ia dormir e lá estava meu pai: luz apagada, rádio ligada na Iracema AM, músicas antigas tocando. Eu deitava, rezava, pedia a bênção a ele e adormecia ouvindo as músicas que ele gostava e que eu acabei gostando também. Uma delas é esta música de Nelson Gonçalves.
Sinto muita falta dessas noites. Sinto muita falta do meu velho painho...
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Ai Delicia
Não estranhe se nos próximos meses entre os vídeos postados aqui estejam muitos de axé. O verão está chegando e com ele os ensaios. Carnaval é logo ali.
domingo, 5 de agosto de 2007
Ele não sabia???

quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Jammil e Claudinha
O verão já está chegando, mas como em Salvador bate chuva nesta semana e aquele friozinho, decidi postar esta música como clipe da semana.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Ausente, mas por um motivo nobre...
Prometi que voltaria a escrever com mais assiduidade, e o farei. Mas este final de semana vou voltar ao meu Recife. De lá sigo até Garanhuns, para o Festival de Inverno. Estarei ausente até segunda-feira, volto com muitas novidades e histórias pra contar...Até mais...
Ah, a foto é de um dos locais de que mais gosto no Recife. A Rua da Aurora...
Nelly Furtado -Try
Sei que tenho postado muitos vídeos aqui recentemente, uma maneira de manter o blog atualizado.
Vou tentar postar mais textos, mostrar mais meus pensamentos.
Mas pra voltar à ativa, deixo vocês com o clipe da semana.
Conheci recentemente Nelly Furtado. Gostei muito das letras e da batida das músicas.
Vou pesquisar mais sobre ela e depois deixou um texto aqui.
Try é uma das músicas que mais gostei dela. Espero que gostem também...
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Tô voltando
sábado, 14 de julho de 2007
PAN RIO 2007 Adriana Calcanhoto
A abertura do Pan 2007 foi emocionante. Este trecho foi um dos que mais gostei.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Cafe Tacuba - Avientame
O clipe de hoje é de um grupo colombiano chamado Café Tacuba. A música Avientame é da trilha sonora do filme Amores Perros.
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Te lo Agradezco, Pero no
Volto a publicar um vídeo de música em espanhol, uma das minhas paixões.
O clipe de hoje é de um dueto de Alejandro Sanz e Shakira.
Como sempre faço, procurei postar uma música que não fosse tão conhecida.
Vejam o clipe...
domingo, 1 de julho de 2007
Que bom você chegou...
Manhã de primeiro de julho de 2006. Há exatamente um ano eu estava me preparando pra uma viagem que mudaria minha vida. À tarde eu voaria para Salvador. Não seria uma viagem de turismo, como milhares de pessoas fazem a cada ano. Viria para morar.A data não havia sido escolhida à toa. No mesmo dia o Brasil enfrentaria a França pelas quartas-de-final da Copa do Mundo. Sempre quis estar no Pelourinho em um jogo da seleção brasileira.
Claro, eu tinha sido estimulado pela transmissão da Globo e pelos gritos de Galvão Bueno que sempre queria mostrar como estava o pelô depois da vitória do Brasil.
A selação brasileira acabou sendo derrotada pela França por um a zero . Fim de Copa para nós brasileiros. Mas o fim, muitas vezes, pode significar o começo. Foi assim comigo. Alfa e ômega se uniram pra saudar minha chegada a essa terra de simbolismos.
Simbolismos históricos também. A minha chegada foi exatamente um dia antes da data em que os baianos comemoram a Independência da Bahia. Uma festa cívica que lembra a força guerreira desse povo que venho aprendendo a admirar neste tempo que estou aqui.
Foi amor à primeira vista. Ao contrário de Caetano Veloso que ao desembarcar em São Paulo não viu o seu rosto na cor acinzentada da capital paulista, eu me vi na luz do sol que fazia questão de brilhar com mais intensidade para realçar a beleza de Salvador. Ao chegar, percebi logo que a capital baiana era uma terra para ser admirada em todos os sentidos. Uma cidade sensorial.
Uma cidade em que visão, audição, tato, olfato e paladar se unem para tornar a vida mais feliz: E como o baiano faz questão de ser feliz. Depois de um ano eu ainda não consegui descobrir o segredo dessa simbiose: Salvador é uma cidade mais feliz por causa de seus moradores ou os moradores são mais felizes porque moram aqui? O fato é que o apelido da capital de um lugar chamado de estado da alegria não poderia ser outro senão felicidade.
No período em que estou aqui eu sorri e chorei, gostei e desgostei, quis e não quis, fui e não fui. Como em qualquer outro lugar em que eu vivesse, mas o que vai ficar como marca deste primeiro ano de soteropolitanidade é a minha transformação em baiano.
Hoje sou mais tranqüilo, tolerante. Se um problema não tem solução, eu relaxo, porque não tem solução, se ele tem solução eu relaxo porque tem solução. Mas aprendi também que tranqüilidade e tolerancia não são sinônimos de indolência, como erradamente tanta gente costuma pensar. De perto vi a garra e a força desse povo que transformou Salvador na terceira maior capital brasileira.
Fiquei mais sincrético também. Esta terra me fez devoto do Senhor do Bonfim, até fui batizado com água de cheiro, mas também me fez oferecer flores a Iemanjá. Foi aqui que aprendi a amar o carnaval tanto quanto o São João. E é aqui onde o verão é mais do que uma estação do ano, é uma instituição.
Por tudo isso, eu posso dizer que já sou um baiano. Mas sou baiano principalmente porque o meu coração pulsa no ritmo cadenciado dessa cidade. E quero, neste novo ano, poder curtir mais ainda minha baianidade nagô.
Como por encanto aconteceu...
Primeiro de julho é uma data marcante na minha vida: o dia da minha chegada a Salvador.
Foi amor à primeira vista. Impossível não se apaixonar por esta terra linda. E a música do clipe, de que eu já gostava, ganhou novo significado quando eu encarei Salvador frente a frente e vi o meu rosto...
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Paciência
Nos últimos dias eu postei muitos vídeos no blog. Vou retornar aos textos e análises e deixarei os vídeos para dias específicos.
Hoje, quarta-feira, é dia do clipe da semana.
O escolhido foi, mais uma vez, um cantor pernambucano (baianos não me joguem pedras).
Esta música marcou uma fase importante da minha vida. Quando eu cheguei ao Recife ela estava tocando em todas as rádios. Impossível não escutá-la e não lembrar da minha chegada e do início difícil na capital pernambucana.
Paciência, de Lenine.
domingo, 24 de junho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Rei do Baião
Difícil Escolher as melhores músicas do Rei do Baião. Mas também impossível fazer uma seleção e não incluir estas que ai estão.
Grande parte dos domingos de minha vida eu acordava ouvindo o velho Lua. Um programa de rádio em que só se tocava Luiz Gonzaga. O programa existe até hoje.
Bom São João
São João não é São João sem Luiz Gonzaga. Nessa entrevista rara o rei do baião fala do fascínio que tinha por Lampião e como Padre Cícero recebeu o cangaceiro em Juazeiro do Norte.
Viva o São João, viva o velho Lua...
São João do Nordeste
Amanhã, véspera de São João, todas as afiliadas da Globo na região vão mostrar o segundo programa do São João do Nordeste. Estarei em Cruz das Almas, distante 146 km de Salvador, e de lá entraremos ao vivo com o show do forrozeiro Adelmário Coelho.Cruz das Almas é conhecida aqui na Bahia como a terra da guerra das espadas de fogo. É a primeira vez que vou lá e na volta explico como é essa tradição local.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Estakazero - Encosta n'eu
Como alguns baianos falaram que eu só escolho clipe de peernambucanos, resolvi fazer uma atualização extra do clipe da semana com uma banda de forró baiana que conheci depois que vim morar na terrinha. Estaka Zero, forró bom demais...
Aproveito pra dedicar essa música... bom, isso é outra história.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Meu Cenário
Qual o resultado da parceria entre um cearense e um pernambucano? O produto final pode ser vários, mas tenha certeza que todos eles de qualidade.
É o que pode ser comprovado nesse clipe do cearense Santanna cantando uma música do Pernambucanos Petrúcio Amorim.
Para ver o clipe basta clicar no link ao lado.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
A direita em mãos francesas

A conquista lhe garante maioria para fazer as reformas que prometeu na campanha. Em um país marcadamente de esquerda, a vitória completa do União por um Movimento Popular (UMP), partido do presidente, mostra que a França guinou para direita.
As promessas de Sarkozy aproximam a França de mudanças empreendidas em outros países europeu como Alemanha, Espanha, Portugal e até Grécia. A diminuição dos gastos do Estado e uma aplicação mais consciente do dinheiro público são os pilares dessa política. É certo que o presidente, mesmo com a ampla maioria, vai enfrentar dificuldades caseiras, principalmente em um país onde o estado sempre foi centralizador e gastador.
O mundo, principalmente os partidos de direita, olha para França com esperança e ansiedade. Esperança que um bom governo de Sarkozy possa fazer com que as políticas de direita ganhem espaço em outros países da Europa e fora dela e ansioso para que isso aconteça rápido. Quase vinte anos depois da queda do socialismo, as políticas de mercado não conseguiram resolver ainda todos os problemas antigos e os que surgiram depois.
Caberá a Sarkozy, como coube antes a José Maria Aznar, da Espanha, mostrar ao mundo que uma política de direita com distribuição de renda, sem assistencialismo e sem endividamento do Estado é possível.
sábado, 16 de junho de 2007
Prorrogação
Quer descobrir quem é o jogador de quem o jornalista Wagner Sarmento fala? Basta acessa a coluna PRORROGAÇÃO
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Humor
quarta-feira, 13 de junho de 2007
O AMOR É FILME...
Em homenagem ao dia dos namorados, comemorado ontem, o clipe da semana vem em clima romântico. Mas como ainda estamos no período junino, procurei um clipe romântico, mas num estilo bem regional.domingo, 10 de junho de 2007
São João do Nordeste
O motivo da minha ausência no blog na última semana é que estava produzindo o bloco da TV Bahia para o programa São João do Nordeste, que vai ser exibido pelas afiliadas da Globo na região no próximo dia dezesseis.Soy Boca

quinta-feira, 7 de junho de 2007
Se Tu Quiser

A SESSÃO CLIPE DA SEMANA ENTRA EM RITMO JUNINO.
O clipe de hoje é de minha amiga Nádia Maia. Ela canta uma composição de meu conterrâneo Xico Bezerra, grande poeta cratense de nascimento e recifense de coração.
Para ouvir basta clicar no link ao lado.
E o São João...???
A sanfona, a zabumba e o triângulo começam a tocar com mais intensidade. As chinelas se arrastam com mais facilidade. E o ar se mescla com um cheiro inconfundível de fogueira e de pólvora. É junho...
Alguém que nasceu e viveu um pouquinho no interior do Nordeste sabe que quando isso acontece é sinal de que a maior festa nordestina se aproxima: As Festas Juninas, ou simplesmente, São João, como nós sertanejos costumamos falar.
Para mim, elas fazem parte daquele conjunto de recordações da infância que sempre voltam à memória em determinados momentos do ano.
Lembro-me até hoje que aguardava ansiosamente a primeira banca de bombinhas e chuvinhas ser montada já no final de maio. Tanto quanto a chuva e a comida de milho, saber que alguém já tinha se preocupado em montar a banquinha era sinal de que o São João estava próximo.
Era hora também de se dedicar mais aos estudos. Tirar boas notas pra não ter que passar o São João estudando pras provas. Até hoje não sei se o fato da prova de matemática ser sempre no dia vinte e quatro de junho era coincidência ou maldade dos professores.
Os dias passavam e chegava a primeira fogueira: a de Santo Antônio. É bem verdade que o Santo é mais lembrado pelas encalhadas de plantão, mas há quem cultive o hábito de também acender fogueira ao santo até hoje.
Sabia-se que dali há dez dias seria a grande noite. Sim, porque pra nós crianças era assim que era tratada a data. Junto com o Reveillon era uma das únicas noites do ano em que se era permitido dormir depois da meia-noite.
Comprava-se roupa nova, sapato novo, tudo novo.
Passei alguns das datas em sítio. E posso garantir que quem nunca teve esta experiência não sabe o que está perdendo.
Lembro-me até hoje de duas ocasiões engraçadas desta época. Nas duas eu era muito pequeno. Eu tinha ganhado uma camisa de lá e eis que um fiozinho deu o ar da graça justamente na noite de São João. Eu, curioso que só eu, inventei de puxar o fio e a camisa se desmanchou toda. Tive que me contentar em vistar uma roupa "velha". Ainda bem que não ficou o trauma.
Umas da nossas farras preferidas no São João era esperar a fogueira baixar pra pular. Em um outro ano eu inventei de fazer isso. E quando saltei sobre a fogueira, meu tênis novinho, dos Trapalhões, caiu dentro da fogueira. Deu pra recuperar, mas ficou um pouco queimado.
Quando saí do interior e fui morar no Recife eu não esperava que o São João fosse algo tão festejado em uma capital.
Acho que as pessoas, como eu, que viveram essa fase da vida no interior quando se mudam pra capital não querem perder o hábito e fazem com quem a festa continue viva por aqui.
Foi quando fui morar no Recife que conheci as duas maiores festas juninas do mundo: Campina Grande e Caruaru. Não me perguntem qual das duas é melhor.
São festas mais estilizadas, mas nem por isso perderam o brilho junino.
Este ano será o primeiro São João que passo na Bahia e tenho certeza que vai ser tão bom quanto todos os outros.
Tenho culpa - parte 2

Um amigo do Recife me disse que encontrou essa música no youtube. Fui procurar e pra minha surpresa realmente estava lá. Fiquei mais surpreso ainda quando vi que o vídeo tinha sido exibido pela Globo Nordeste, na época em que eu trabalhava lá.
A produção e iniciativa foram dos próprios cantores. Alguns deles, meus amigos...
Vejam o clipe clicando na imagem ai em cima
Desculpas
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Mas tenho culpa
Pensei em expressar aqui a minha indignação, mas ao conversar com as pessoas vi que muita gente acha que essa é "mais uma" operação que não vai dar em nada.
Percebi que a descrença nos políticos é na verdade uma descrença em nós mesmo, na nossa sociedade. Fique pensando, pensando em que postar, algo que demonstrasse esse sentimento de indignação Não encontrava nada, até que hoje pela manhã me lembrei dessa poesia de Petrúcio Amorim. Não precisa explicar nada sobre ele, basta ler...
Petrúcio Amorim
Não sou profeta
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Los gatos como yo...

segunda-feira, 28 de maio de 2007
Ao irmão com carinho!!

E o que falar do meu teste de seleção para o estágio da Globo. Como um ritual sempre nos reuniamos depois pra contar como foi cada etapa e conversar sobre as seguintes. Até hoje quando como esfirra do Habib's me lembro dos dias em que fazíamos isso como um símbolo de uma vitória.
Irmão, falar de um cara como você não é tarefa fácil. São tantas histórias e provas de amizade que fica difícil até escolher algumas. Você merece todas as homenagens possíveis. Você nasceu para brilhar. E por mais que em alguns momentos a vida nos pareça uma aventura obscura saiba que essa sua luz ilumina a escuridão. Você não está sozinho, tem muita gente ao seu lado e entre essas pessoas estou eu.
domingo, 27 de maio de 2007
Ele é o cara

Um dos meus programas favoritos do final de semana é tomar o café-da-manhã numa padaria perto de minha casa na manhã de domingo.
Hoje não foi diferente, apesar da chuva que ameaçava cair em Salvador e do friozinho que fazia.
Tive a sorte de chegar à padaria poucos antes da largada do Grande Prêmio de Mônaco. Foi curioso ver que aos poucos as pessoas que chegavam ao local ou as que iam passando e ouviam o som dos motores automaticamente paravam para olhar a TV e iam logo perguntando: é Massa que está na frente?
Não, não era. Ainda era o aquecimento. E logo começou uma conversa que mais parecia papo sobre futebol em um botequim. De repente é como se todos os brasileiros passassem a enteder de automobilismo, de circuitos, de pilotos.
A defesa de Massa era unânime. Todos elogiando o piloto e dizendo que o terceiro lugar na largada era importante. Como num passe de mágica todos entendiam que o circuito de Mônaco não é propício a ultrapassagens e favorecia a McLaren.
Mas havia quem acreditasse na vitória do piloto brasileiro. Seja por uma batida entre Alonso e Lewis Hamilton ou por alguma estratégia da Ferrari. Chegaram a dizer que Schumacher havia ido ao circuito "dar uma mãozinha" ao amigo brasileiro.
Na volta pra casa, vim correndo porque queria ver o resto da corrida (sim, eu faço parte do grupo que acredita sempre na vitória de Massa) e foi curioso ver, ou ouvir, que muitas televisões estavam ligadas na corrida. Algo que me fez lembrar da minha adolescência quando parávamos e nos reuniamos para ver Ayrton Senna correr.
Tenho certeza que a cena se repetiu em todos os cantos do Brasil. Nas cidades grandes, na médias, nas pequenas, nos sítios e fazendas. Por isso o título do post. Por ter nos devolvido o gosto pelo automobilismo e por nos fazer acreditar que podemos voltar a ser campeões Felipe Massa é o cara...
Ele chegou em terceiro, fez o que lhe cabia fazer. Abriu dez pontos de vantagens sobre o companheiro de equipe e se recuperou de um início de tempora dificil (ver post seguinte). Está a cinco pontos dos líderes e agora tem pela frente dois circuitos que são favoráveis a Ferrari, no Canadá e em Indianápolis. Vamos torcer...
Vai que é tua...

Mais uma do aprendiz de Ditador...

Na última quarta-feira Hugo Chavez, presidente da Venezuela, deu mais uma demonstração de sua sanha ditatorial. A Suprema Corte da Venezuela determinou que a RCTV deverá sair do ar até às 23h59min deste domingo. A partir dessa data, se continuar emitindo o sinal, será considerada uma TV ilegal.
Para entender um pouco da história, a Suprema Corte da Venezuela é mais um órgão tutelado pelo presidente bolivariano. Em um país sério, o poder judiciário teria como uma das funções pôr freio ao apetite ditarial de alguns governantes, mas não tem sido assim na nossa vizinha andina desde que Hugo Chavez apeou o poder e passou a ser ele mesmo a lei e a ordem no país.
Já a RCTV, uma empresa privada mas de natureza pública, como todo canal de televisão, está no ar há cinqüenta e três anos. É o canal mais antigo em operação e um dos três mais visto na Venezuela.
O motivo para ter atraído a ira chavista? A empresa é ligado a um grupo americano, de Miami, e é um dos poucos focos de resistência ao populismo presidencial. Foi acusado pelo senhor absoluto da Venezuela de ter apoiado um golpe para lhe tirar do poder em 2002. Para Chavez, ela está a serviço de Washington, pronta para doutrinar a população a aceitar a "dominação americana".
Além se sofrer um forte atentado contra a liberdade de imprensa, a sociedade venezuelana, que parece anestesiada pelos programas assistencialista do governo, sofreu uma ataque à propriedade privada. Todo o equipamento da TV vai ser confiscado e utilizado pelo governo na nova TV "amiga" da Venezuela. Isso é ilegalidade pura.
Toda emissora de televisão é uma empresa privada de natureza pública porque a concessão é do governo, ou seja, atende a um interesse público, mas todo o maquinário e equipamento é de propriedade privada. O dinheiro ali investido é de um grupo privado, veio de trabalho, investimento. A decisão de confiscar antenas, câmeras, link, ilhas de edição e todos os outros equipamentos é um saque a sociedade liberal constituída.
O fato curioso é que o fim das transmissões da RCTV vai deixar sem fim a novela de maior audiência no país atualmente. É como se os brasileiros não pudessem ver o final de uma novela das nove da Rede Globo. Já pensou o tanto de protesto que isso geraria no Brasil?
Os donos da empresa dizem que vão procurar ajuda internacional para tentar reaver o direito de transmissão e os equipamentos. Hoje, na despedida, a emissora leva ao ar o programa especial Un amigo es para siempre, que vai reviver os melhores momentos do mais de meio século do canal.
E onde está o governo brasileiro no repúdio a essa atitude ditarial e arbitrária? Estados Unidos, União Européia, Peru e México já manifestaram oficialmente o repúdio à atitude. E a posição do Brasil... É a omissão.
Luto...
Carlos Eduardo, Cacá, irmão da minha grande amiga, Alynne, tinha sofrido um acidente de carro e não resitiu. Depois da notícia só me lembro de ouvir minha irmã dizer que Alynne e a irmã mais nova estava indo da Paraíba, onde moram, para Juazeiro.
A primeira reação é duvidar que aquilo realmente está acontecendo. Depois penso na dor que todos devem estar passando. Dá uma vontade de estar com eles nessa hora. Mas a distância não torna isso possível. Tento ligar para o celular de Alynne, mas dá caixa. Depois me contaram que ela não sabia que o irmão não tinha resistido, algo que só veio a saber em Juazeiro.
Como deve ter sido a viagem de minha amiga? Quantos pensamentos e lembranças passaram pela cabeça dela?
Conheci Alynne no colégio aos dez anos de idade, ou seja há dezessete anos. É aquela típica amizade em que por causa da gente, as famílias acabam se tornando amigas também, embora não tão próximas. Estudamos da quarta-série do primeiro grau (como chamávamos na época) até o terceiro ano (hoje ensino médio). Fizemos parte de um grupo de alunos que cresceram juntos tendo a escola como extensão natural das nossas casas.
Cacá é o único irmão de Alynne e Renata, e o filho do meio. O conheci muito novo, estudou no mesmo colégio que nós. Como todo irmão mais novo, não gostava muito dos meninos que se aproximavam de Alynne.
O tempo e a maturidade posterior à adolescência me aproximou mais dele. A amizade com Alynne me fez acompanhar de forma indireta o crescimento do irmão. Através dela ficava sabendo o que vinha fazendo, o que desejava fazer, inclusive algumas angustias e incertezas que todos temos. Algo natural, pois é assim a nossa amizade. Eu, Magda e Alynne compartilhamos sempre os momentos de alegria, dor, angústia e até de solidão e isso, como disse anteriormente, acaba envolvendo outras pessoas da nossa família.
Essas notícias sempre mexem comigo e até demorei um pouco pensando no que escrever. A essa hora deve estar acontecendo o sepultamento do corpo de Cacá. Eu não pude estar presente, mas sei que minha família esteve lá, ajudando no que fosse possível e necessário.
De Cacá vou guardar as imagens do menino que fazia cara feia quando eu chegava à casa dele, mas também vou lembrar das nossas poucas e rápidas conversas sobre futebol na adolescência e as também rápidas conversas sobre o que estávamos fazendo agora na fase adulta.
Mas de todas as lembranças a que vai ficar mais viva é a do último Natal. Quando fomos pra casa da tia de Alynne no Crato. Sabe como é cearense, gosta de uma piada. E quando se juntam alguns então, fazem um show de humor. É do Carlos Eduardo alegre e cheio de histórias pra contar que eu vou me lembrar sempre.
À família todos os meus sentimentos, mesmo à distância estou com vocês...
quinta-feira, 24 de maio de 2007
FHC e a esfinge...

PREPARADO PARA ATIRAR:
Do Timbu, do peixe e a outra coisa...
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Meu coração bate...








